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Cacaulândia News

Inter exalta união e volta a fazer contas por título nacional

Depois da turbulência, a reconciliação. Após sofrer 5 a 0 da Chapecoense, o time do Inter conseguiu dar a volta por cima e superar o Fluminense por 2 a 1 (veja ao lado os melhores momentos), neste domingo. O confronto no Beira-Rio teve simbologia que transcendeu os três pontos conquistados. Tratou-se do jogo do "choro", da união, das pazes com a torcida e, sobretudo, da esperança. Afinal, o time de Abel Braga reduziu a distância do líder Cruzeiro para seis pontos e voltou a sonhar com a primeira colocação. 

Assim que encerrou a partida, no qual a vitória foi conquistada apenas aos 42 do segundo tempo, Abel Braga reuniu os jogadores no centro do gramado. Foi uma demonstração de união e também de agradecimento pelo empenho. Segundo o treinador, o grupo precisou se apoiar nele mesmo após a goleada histórica sofrida.

- É um grupo maravilhoso, cara. Simplesmente maravilhoso. É muito difícil mostrar essa alma depois de um 5 a 0. Ninguém nos estendeu a mão. Quem estendeu a mão foi justamente aqueles que estão aqui dentro, no dia a dia. Funcionários, direção. Nós estendemos a mão para nós mesmos - discursou Abel, em entrevista coletiva. 



Na mesma linha, o vice de futebol Marcelo Medeiros também saiu em defesa do grupo. Elogiou o profissionalismo e a união dos jogadores: 

- O que a gente admira é a união desse grupo, é um grupo profissional diferente. Respaldamos o treinador, começamos juntos e terminaremos juntos. Nós não saímos dessa condição de acesso à Libertadores, sofremos uma derrota muito grande, mas a confiança no trabalho foi mantida. 

Calculadora na mão

A 10 rodadas do final da competição nacional, os jogadores do Inter começaram a fazer contas. De acordo com a matemática do grupo, o time precisa vencer todos os cinco confrontos em casa e "somar pontos" fora. 
Reta final do Inter no Brasileirão (Foto: Reprodução)

Mas qual o verdadeiro Inter? Aquele que cai fácil diante do Chapecoense ou o que mostra volume suficiente para derrotar um adversário direto como o Fluminense? Para encerrar de vez com o fantasma da irregularidade, os atletas querem provar a verdadeira qualidade da equipe na reta final do Brasileirão. 

- O Campeonato Brasileiro é difícil de entender. Depois do 5 a 0, muitos estavam preocupados com o G-4. Agora, já podemos pensar em título. A distância é longa. O Cruzeiro tem essa gordura para queimar e nós não temos mais pontos para desperdiçar. Dá pra sonhar sim - afirma Nilmar. 

Para seguir com o sonho de título, o Inter precisa superar o Corinthians no próximo final de semana. O confronto ocorre às 16h de domingo, no Beira-Rio.  
Cacaulândia News

Assunção assume culpa por uma possível queda do Botafogo

A vitória sobre o Corinthians reduziu o abismo, mas não tira o Botafogo da zona de rebaixamento. Fora de campo, já são três meses de salários atrasados. Em entrevista exclusiva para o Esporte Espetacular, o presidente Maurício Assunção se emocionou ao falar do momento que atravessa o Botafogo. Tendo dispensado quatro jogadores ainda durante o campeonato, ele alega que a atitude tem a ver com o fato de assumir a responsabilidade caso o time venha a cair. O vídeo abaixo foi ao ar neste domingo. Mas ainda há mais respostas. Nesta segunda-feira, assista na íntegra à entrevista exclusiva com Maurício Assunção no site do Esporte Espetacular

 Eu olhava a situação do Botafogo na zona de rebaixamento, e algumas atitudes acontecendo no futebol com as quais eu não concordava. A responsabilidade de um rebaixamento cai sobre o presidente do clube. Então, se ela vai recair sobre mim, ela vai recair do jeito que eu acredito que as coisas têm que ser feitas. 
Mesmo em situação delicada, ele acredita numa recuperação. Mas, se não acontecer, assume.

- A culpa é minha. Não tem outro culpado, a culpa é minha. Rebaixamento, eu como presidente, tenho que assumir essa responsabilidade. Não é uma coisa que eu gostaria no meu currículo, é uma coisa que eu penso em não ter no meu currículo como dirigente de futebol. 
Maurício explica as razões da falta de dinheiro do clube alvinegro. 
- Todo o dinheiro do Botafogo está bloqueado por causa de dívidas fiscais e trabalhistas. Somente acordos com a Justiça podem salvar as finanças. O clube está recorrendo ao refis, programa de parcelamento das dívidas fiscais. Sem o desbloqueio das verbas, é impossível a recuperação.
A insônia do presidente começou em 2013. Para Maurício, um dos maiores motivos da crise financeira do clube foi o fechamento do Engenhão. O clube arrendou o estádio da prefeitura, mas o local foi interditado há quase dois anos para reformas. Sem ele, Assunção diz quanto o Botafogo deixou de arrecadar. 
- Aproximadamente, por ano, uns 20 milhões, que obviamente vai merecer agora por parte do Botafogo uma ação na Justiça contra a prefeitura, porque foi isso que foi determinado pelo escritório de advocacia contratado pelo clube -  diz.
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Técnico garante que Anderson Silva não pensa em aposentadoria: 'Ele vai voltar'

Não será desta vez que Anderson Silva desistirá da modalidade que o consagrou internacionalmente. Depois de a continuidade da carreira ter sido colocada em xeque, o ex-campeão dos médios confirmou a intenção de voltar a lutar assim que se recuperar da fratura na perna esquerda. O desejo foi revelado ao ex-lutador de MMA e seu técnico, Pedro Rizzo. “No hospital, Anderson me disse: ‘Vou voltar, mestre. Vou voltar.’ Aí respondi: sim, com certeza, vai voltar para casa para se recuperar e descansar! Ele é um lutador, tem seis meses para se recuperar e depois decidir o que vai fazer”, contou 'The Rock', como também é conhecido Rizzo, ao site americano MMA Fighting.

Na avaliação de Rizzo, o lutador brasileiro, de 38 anos, tem plena condição de retornar ao octógono se este for mesmo o seu objetivo. O treinador ressaltou, contudo, que o atleta não terá de decidir isso por agora, já que deve estar focado na recuperação da tíbia e da fíbula, fraturadas ao aplicar um chute baixo na revanche contra o norte-americano Chris Weidman na luta principal do UFC 168, em 28 de dezembro.

“Ele (Anderson) tem tudo para voltar a lutar, se quiser. Tem uma ótima cabeça por ter lidado com toda a pressão no UFC todos esses anos. Anderson vai decidir isso. Ele acabou de quebrar a perna, então tem muitas coisas para pensar no momento. Ele não tem mais nada para provar no octógono. Mas, se ele decidir lutar de novo, estaremos lá para ajudá-lo”, acrescentou Rizzo.

O técnico de Spider não escondeu a decepção do desfecho da luta principal do UFC 168, no Hotel-cassino MGM Grand, em Las Vegas. “Esse é um final que ninguém poderia imaginar. Foram dois meses de trabalho muito duro. Não tivemos Natal. Passamos a noite do Natal na academia, em Las Vegas. Ele (Anderson) estava focado durante todo o treinamento. Estava pronto. Tinha completa certeza de que ele venceria a luta. Trabalho com Anderson desde a luta contra Vítor Belfort e nunca o vi numa forma física como a desta vez. Nós já esperávamos que Weidman pudesse ser melhor no primeiro round, mas Anderson sempre começa devagar e depois se solta. Nunca vamos saber o que aconteceria naquela luta”, completou, apesar de afirmar que apostava na vitória do brasileiro.

SEIS MESES Após a fratura, Anderson Silva teve de passar por uma rápida cirurgia no University Medical Center Hospital, em Las Vegas. Dois dias depois ele recebeu alta e foi para casa, em Los Angeles. O tempo de recuperação do atleta, segundo nota divulgada pelo Ultimate, é de três a seis meses.
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Cristiano Ronaldo diz que irá à entrega da Bola de Ouro na próxima segunda-feira

Cristiano Ronaldo colocou ponto final na polêmica sobre sua participação na entrega do prêmio Bola de Ouro da Fifa confirmando que estará no evento, que vai acontecer na próxima segunda-feira, em Zurique, na Suíça, onde a entidade máxima do futebol tem a sua sede. O português é o favorito para ficar com o prêmio pelo seu desempenho durante todo o ano de 2013, pelo Real Madrid e pela seleção de Portugal.

"É um assunto encerrado. Não quero falar mais disso. Só posso dizer que vou à cerimônia de gala", garantiu Ronaldo, na zona mista do Estádio Santiago Bernabéu, depois de iniciar a temporada 2014 marcando dois gols na vitória do Real Madrid sobre o Celta, por 3 a 0, pelo Campeonato Espanhol.

Cristiano Ronaldo ficou irritado quando Joseph Blatter disse, numa palestra a estudantes, que gosta mais de Messi do que do português, a quem chamou de "comandante em campo". "Um gasta mais em seu cabeleireiro do que o outro", ainda brincou o presidente da Fifa.

Isso fez com que a imprensa de Portugal e da Espanha afirmassem que Ronaldo havia decidido não ir à entrega da Bola de Ouro, prêmio pelo qual concorre com o francês Ribery e o argentino Messi.
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Equilíbrio do Brasileiro faz pontuação necessária para fugir do rebaixamento subir para 48 pontos, diz matemático

A diferença entre a glória e perder nunca foi tão grande como na atual edição do Brasileiro. O Fluminense, que pega o Grêmio, às 18h30m, no Maracanã, que o diga. Se vencer, chega aos 37 e pode terminar a rodada no sexto lugar. Em caso de derrota, no entanto, pode cair para 17º e entrar na zona de rebaixamento. Essa esquizofrenia faz com que, hoje, nada menos do que 13 times lutem contra o descenso. Uma briga tão intensa que fará com que escapar seja uma missão mais difícil este ano.

— Desde 2007 não há uma pontuação tão alta para quem está no topo do rebaixamento. É um campeonato diferente, mais equilibrado e que muda a pontuação mínima para 48 — atestou o matemático Tristão Garcia, que já considera o Náutico e a Ponte Preta rebaixados. — Do Criciúma (18º) ao Vitória (6º), todos correm risco. No fim de semana, a torcida de quem está nesse grupo é pelo Criciúma, para frear o Vasco.
O clube de São Januário abre a zona do rebaixamento com 32 pontos. São cinco a mais do que o Sport, quando ocupava a mesma posição após 27 rodadas no ano passado. Desde 2006, quando o torneio passou a ter 20 equipes, apenas em 2007 o 17º colocado tinha mais pontos.
— Normalmente, na 27ª rodada, a pontuação do zona de rebaixamento é de 27 a 28 pontos. Em 2007, o Corinthians tinha 33, mas fez somente mais 11 nas outras rodadas e acabou caindo — lembrou o matemático.
Foto: Arte Ivan Luiz
Por isso mesmo, o Fluminense sabe que, com 34 pontos, sua realidade está mais próxima da parte de baixo da tabela do que o contrário. Ainda que uma vitória hoje possa fazer seus torcedores voltarem a sonhar alto, o técnico Vanderlei Luxemburgo mantém os pés no chão.
— O campeonato do Fluminense é tentar se manter na primeira divisão do ano que vem. Se acontecer alguma coisa acima disso, vai ser surpresa. O torcedor não gostaria que fosse, o presidente também não, mas essa é a nossa realidade — disse o treinador, que volta à área técnica após cumprir dois jogos de suspensão.
Foram nessas partidas, aliás, que o Tricolor viu cair sua invencibilidade de oito rodadas. Uma arrancada que deu ao time um respiro no campeonato. Se não tivesse tropeçado diante de Inter-RS e Vasco, hoje estaria em situação mais cômoda.
— Em um campeonato com esse equilíbrio, quem fica dois jogos sem vencer sai de uma situação cômoda para uma posição de risco. É o caso do Fluminense — afirmou Tristão.

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Inter volta a vencer e interrompe sequência do Fluminense


Leandro Damião reencontrou a titularidade. E, por consequência, o Inter acabou reencontrando a vitória, depois de quatro derrotas no Campeonato Brasileiro (Bahia, Portuguesa, Cruzeiro e Vasco) e um empate na Copa do Brasil. Pela 26ª rodada, foi do atacante o gol decisivo na vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, no Estádio Centenário, em Caxias do Sul, o que ajuda os colorados a seguirem vivos na briga pelo G-4, agora com 37 pontos, seis a menos que o Botafogo, último time da zona de classificação à Libertadores. O Tricolor, que jogou cheio de desfalques, encerra uma sequência de oito partidas invicto, fica com 34 pontos e se distancia mais do sonho de garantir vaga na competição continental ano que vem. 
A entrada de Damião após dois jogos na reserva não foi a única novidade - ele estava há 12 sem balançar a rede. No banco também havia diferença. Chamado para comandar o Inter interinamente após demissão de Dunga, Clemer tratou de devolver a Leandro Damião a condição de titular. Gritou bastante, mostrou descontentamento em alguns momentos. Do lado tricolor Vanderlei Luxemburgo não era visto. Em uma cabine do estádio, o treinador observou o time comandado por Junior Lopes. Suspenso por duas partidas pela sua expulsão contra a Portuguesa, era o que lhe restava.

- O jogo foi muito difícil, mas o importante hoje não era jogar bem, mas conquistar a vitória. Todo mundo se entregou. Desde o D’Alessandro, que no início do jogo já estava dando carrinho. Isso passou para todo o grupo, que se entregou o tempo todo - vibrou Clemer
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